O Espadachim de Carvão e as Pontes de Puzur, de Affonso Solano

Título: O Espadachim de Carvão e as Pontes de Puzur
Autor: Affonso Solano
Gênero: Fantasia
Páginas: 256
Editora: Leya
Onde comprar: Amazon – SaraivaLivraria da FolhaFNAC

À primeira vista, “O Espadachim de Carvão e as Pontes de Puzur” parece ser apenas a continuação de “O Espadachim de Carvão”, pelo autor Affonso Solano. Porém, logo de início concluímos se tratar de algo a mais. O protagonismo do livro é dividido entre dois espadachins: o já conhecido Adapak e Puzur, um lendário ladrão do mundo de Kurgala.

A história se desenrola entre passado e presente. Ao contrário do primeiro livro, onde as idas e vindas ficam por conta de nos explicar a história de Adapak, “O Espadachim de Carvão e as Pontes de Puzur” volta a tempos bem mais antigos na cronologia da série. Para ser mais específico, no período em que Puzur era conhecido por ir de um continente a outro em velocidades inexplicáveis.

Logo descobre-se que Puzur é o antigo dono das espadas gêmeas com que Adapak derrota um sem número de perseguidores no primeiro livro. Ao contrário do jovem de pele totalmente negra, Puzur é um legítimo anti-herói, um ladrão de moral questionável, que diz cometer seus crimes em busca de relíquias com um objetivo nobre. Esse segredo só é descoberto nas últimas páginas por Laudiara, uma cocheira humana que acidentalmente acompanha o ladrão por toda a trama e acaba tendo participação importante na narrativa.

O Espadachim de Carvão e as Pontes de Puzur: explorando Kurgala

Aparentemente, a principal diferença para o primeiro livro (O Espadachim de Carvão) é a forma como a narrativa transcorre. O Espadachim de Carvão e as Pontes de Puzur tem  menos de ação e mais informação. As aventuras de Puzur são menos violentas e entrecortadas por suas conversas com Laudiara, tornando o ritmo do livro um pouco mais lento e descritivo.

Por sua vez, Adapak deixa de lado suas espadas e tenta se integrar ao mundo dos mortais, onde a vida é um pouco mais difícil, já que nada surge magicamente através de sua simples vontade. As diferenças da narrativa não chegam a ser um incômodo para o leitor, além de ajudarem a explicar alguns detalhes sobre o mundo de Kurgala – detalhes importantes para as cenas dos próximos capítulos, a julgar pela reviravolta do final que nos deixou querendo saber mais sobre o futuro de Adapak!

 

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